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transeuntes.

sábado, 5 de dezembro de 2009

por Waly Salomão.

Experimentar o experimental.
A fala da favela.
O nódulo decisivo nunca deixou de ser o ânimo de
plasmar uma linguagem convite para uma viagem.
E agora? Quer dizer e que eu sou?
(...)
A memória é uma ilha de edição.
Nasci sob um teto sossegado.
Meu sonho era um pequenino sonho meu.
Nas ciências dos cuidados fui treinado.
Agora entre meu ser e o ser alheio
a linha de fronteiras se rompeu.
Câmara de éter.
Eu tenho o pé no chão porque sou virgem,
mas a cabeça gosto que avoe.

Waly Dias Salomão

6 comentários:

Gil Rosza disse...

isso é tão helioiticicamente waly de tão bonito! acho que a minha vida sailormoon precisa deixar de tão parangolé. rsrs.

Bruno disse...

esse maluco é muito foda!!!

Naiane disse...

"(...) a memória é uma ilha de edição"....

Como gostei disso!

Raul disse...

e viva o grande Wally Salomão!

oi minha flor!

foste ao samba no trem?

um beijão pra você!

Camilla para os menos íntimos... disse...

fodão!

Luiz Eduardo disse...

Belos dizeres, Camilla!