apenas eu.

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"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm." (1 Coríntios 10:23a)

transeuntes.

domingo, 14 de fevereiro de 2010


Amor? não sei.
É meio paranóico,
parece uma coisa para
nos enlouquecer devagar.

Caio Fernando Abreu


Eu tive sonhos, nada verídicos, mas tive sonhos, sofri. Agora e desde antes de tê-los sinto meu coração apertado, pensamento vago, muitas lembranças. Sinto falta de ti, ou de alguém. Carência? Vontade de ir falar-te mas não tenho nada mais para dizer-te, já foi tudo dito e (re)dito. Sabemos da verdade, sabemos das vontades (contrárias). Possível que sejam meus hormônios, períodos de mulher, mas é mais possível que eu continuo a te amar. E na vida depois de um tempo aprendemos que não basta somente amar (ou o amor ao) o objeto de desejo para que a relação dê certo. São dois extremos: ou a gente se ama ou a gente se mata. As vezes é melhor a separação ao se matar emocionalmente.


*Imagem: Cadinho

5 comentários:

Célia Maria disse...

AFFF! CARÊNCIA AFETIVA PQ VC QUER NÉ??
NÃO ACHOU NINGUEM QUERENDO PULAR O CARNAVAL COM VC??
AINDA DÁ TEMPO DE ACHAR!!RSRSRSR...BJS...FICA COM DEUS.

Anônimo disse...

Máscara Negra
(Zé Keti)


Tanto riso, oh quanta alegria
Mais de mil palhaços no salão
Arlequim está chorando pelo amor da Colombina
No meio da multidão

Foi bom te ver outra vez
Tá fazendo um ano
Foi no carnaval que passou
Eu sou aquele pierrô
Que te abraçou
Que te beijou, meu amor
A mesma máscara negra
Que esconde o teu rosto
Eu quero matar a saudade
Vou beijar-te agora
Não me leve a mal
Hoje é carnaval

Vanessa Souza Moraes disse...

Ah, este trecho do Caio F. é um dos melhores...

Camilla para os menos íntimos... disse...

"Caso tudo isso seja um trabalho inconsciente para me perder, parabéns, você está conseguindo. Mas se ainda existir dentro de você alguma esperança, eu preciso demais que você me abrace e me faça sentir aquilo novamente. É fácil, basta você querer, eu ainda quero tanto. (...) Eu preciso sentir que você ainda sente, eu preciso que o seu coração dê um choque no meu, eu preciso saber que seu peito ainda aperta um pouco quando eu vou embora e se espalha como borboletas nas veias quando eu chego".

(Tati Bernardi)

Camilla para os menos íntimos... disse...

"(..) Ela sabia que precisava dele. Pelo menos naquela noite chuvosa e sem grandes esperanças. Mas tinha medo da compulsão. De querer ele sempre e sempre e pra sempre. E amanhã e depois. E de dia, e tarde, de madrugada. E não saber digerir tanto amor e tanto amor acabar lhe fazendo mal. Só mais um pouquinho, pensou. Uma lasquinha. Pra dormir feliz. Amanhã era amanhã. Depois ela resolvia..."

(Tati Bernardi)