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"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm." (1 Coríntios 10:23a)

transeuntes.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Me dê motivo... pra tu ver o que acontece!

f. diz:
não vou dar motivo de inspiração p/ seus textos


Foi depois dessa frase que parei para pensar: tudo tem um motivo e na maioria das vezes se o motivo não é singular é dado por outras pessoas e ele foi ótimo ao ressaltar isso, conseguiu ter essa percepção de que eu uso "todos" os motivos para relatar fatos e construir meus textos. Lógico que a conversa mencionada não tem relação com o que vou escrever agora, era um outro assunto mas me trouxe a essa observação.
Motivos para escrever não me faltam, desde quando fiz minha primeira sessão de terapia há 11 anos atrás, época em que eu escrevia em diários, foi recomendado pela própria psicóloga que eu continuasse a escrever e nunca parasse, assim dessa maneira poderia colocar para fora tudo que era ruim bem como as coisas boas, uma forma de minimizar a ansiedade e começar a trabalhar emoções. Disse também que eu poderia tanto ler depois como esquecer ou até mesmo rasgar e jogar fora mas que tinha sido válido pela coragem de botar pra fora. E isso vem até hoje, geralmente escrevo e não gosto de reler, sempre acabo achando uma merda depois e tenho enorme vontade de apagar. Dois amigos me disseram que isso se chama "auto-sabotagem". Se bem que existem alguns textos que eu poderia andar com eles na bolsa, são totalmente recicláveis e cabem perfeitamente, eu poderia lê-los em meu cotidiano fácil fácil.
Não tenho nenhuma pretensão a mais que escrever e ainda tenho dúvidas se alguém verdadeiramente entende as minhas palavras, escrevo porque são tantos os sentimentos, tantas as vivências, tanta a vontade de gritar para o mundo que eu sou e pertenço a ele, talvez de uma maneira controversa, fora dos padrões de normalidade e sempre com arbitrariedade vindo do meu exterior. No fundo eu bem que gostaria que aquilo que escrevo contribuisse em algo para aquele que lê e não fosse apenas uma leitura divertida.
Isso aqui é vida, é a minha vida, por isso, quero sempre ter motivos e que as pessoas continuem a me dar motivos para elaborar meus singelos textos e deixá-los nos anais da minha vida e para a eternidade. (que profundidade, rs!)

6 comentários:

Abiodun Akinwole disse...

ah, um motivo? se vc não entrasse aqui e escrevesse, continuariamos nos falando mesmo depois muito tempo(po, cê me viu pequenininho) já pensou se isso aqui não existissa pra trocarmos idéia de tão longe? Por falar nisso, indo aí em sampa 10 de julho, bora marcar um rolê? abraço.

GIL ROSZA disse...

hahahahahaha! é disso mesmo que nascem os textos, do comichão no cerebelo q desce até os dedos...

Camilla Aloyá disse...

Abiodun...
lógico que podemos marcar, vc estando em Sampa a gente se encontra fácil, é só dizer dia, hora e local que eu te acho! rs!
E Didi vem também?

beijos no coração.

:: Soul Sista :: disse...

Como é vida, é sua e é de todo mundo, então, pode ter certeza, ajuda sim. Agora, se seus textos são entendidos pelos leitores. Que importa? Desconfio que os textos são lidos para não serem entendidos mesmo, afinal quem lê é uma imensidade de mundo a buscar os seus próprios significados em textos alheios. Vc é um livro, isso é o que importa!

Forte abraço

Paula Baiadori disse...

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Universo Fesanico disse...

"O ser humano inventou a cultura por não aceitar a idéia da morte"

Ainda buscarei em meus livros antigos o autor dessa unica e verdadeira observação.

te seguirei,
gde abç