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transeuntes.

domingo, 6 de junho de 2010

Domingo pé de cachimbo.

"Hoje é domingo pé de cachimbo, o cachimbo é de barro bate no jarro, o jarro é fino bate no sino, o sino é de ouro bate no touro, o touro é valente bate na gente, a gente é fraco caí no buraco, o buraco é fundo, acabou-se o mundo(...)" e por aí vai.

Lembro que quando eu era pequena adorava o domingo. Acordava cedinho com o som da TV e vovô Adelino escutando o Globo Rural (escutando porque ele era cego). Dia de ir na feira com a tia Célia: comer pastel, tomar caldo de cana e comprar um anel. Sempre cantavamos essa cançãozinha do touro e que eu nunca entendi o real sentido dela.
Aí eu fui crescendo e o domingo passou a ter outro impacto: domingueira na Sunchine, 1º de Maio e Aramaçan, ía a verdadeira galera aqui do bairro e adjacências, algumas vezes eu fugi ou mentia que ia num lugar para poder ir dançar, como eu fervia!
Cresci mais um pouco e o domingo passou a ser um carma ruim: logo após ele vinha a segunda-feira dia de trabalhar. Minha filha vai passar o dia com a família paterna e eu cá fico com meus pensamentos mais íntimos, na maioria das vezes pensando merda, depressão de domingo. E eu nunca mais fui fã de sair pra baladas aos domingos, quem me conhece sabe que eu odeio sair nesse dia.
Mas hoje foi diferente, quer dizer não tão diferente dos outros domingos afinal dormi o dia inteiro mas teve um diferencial, enquanto eu dormia pensava (se é que isso é imaginável a alguém dormir e pensar ao mesmo tempo) que eu devo sair da inércia e do sedentarismo, senão no domingo nos demais dias da semana.
Pensei em começar um regime, não que eu tenha a pretensão de virar a Barbie afro-descendente mas ao menos voltar a ter meus 57kg novamente, parar de me entupir de chocolates e tantas outras besterias e segurar a ansiedade, se necessário voltar até a fazer sessões de terapia. Com a ajuda de uma academia movimentar um pouco o corpo pra ajudar na perca de alguns quilogramas e quicá comprar uma bicicleta e pedalar nas tardes de domingo e até reduzir a nicotina.
"Tamo aí na atividade" esse será meu novo lema.

9 comentários:

Vanessa Souza Moraes disse...

Acabou-se o mundo para crianças.

Fodeu para adultos, rs.

Julijolie disse...

Oi Camilla,
Cheguei ao seu blog através do blog do Xico Sá. Estou aqui e me identifiquei com as idéias, por isso, deixo boas vibes, um lindo amor, belas sonzeras, paz e saúde.
beijão
jU

Lú Morena disse...

É eu tambem ja tive esse pensamento, lógico que não dormindo ao mesmo tempo, mas adoraria cuidar do meu corpo e da saúde. E eu senti um dejavú, quando disse sobre a infância aos domingos.
Bjus Cá, minha verdadeira complexidade de amor.

Anônimo disse...

Minha amiga, gostei muito desse lance de dar um outro sentido para a vida...sabe que, eu penso, percebemos que estamos vivos quando miramos para outros horizontes e buscamos cuidar um pouco mais da nossa saúde mental e, porque não, fisica...
Quanto a cançaõ, até hoje fico sem entender...acho que ja comentamos sobre essa cancion dos infernos...rs.
Bjos e um abraço carinhoso!!1
Rui FERREIRA

Camilla Aloyá disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk...

Rui quase mijei de rir agora, vc é foda!!!!!!

uLTRA disse...

Po,a musiquinha do fantástico ,sempre foi um tormento pra mim...era(é)como se ela tivesse de alguma forma um poder de me desligar da "hipnóse" do final de semana,e começar a lembrar e a me preocupar da minha realidade...

janinha disse...

oi elmo, adorei o dlog. Só naum gostei dessa canção dos diabos, naum gosto do domimgo.kkkkkkkkk
bjs te amo.janinha

janinha disse...

oi elmo, adorei o blog, ele é bem a sua cara.te amo. janinha

Paulo Paz disse...

hoje para mim o domingo nao tem mais nenhum sentido em termos de descanso, de curticao, pois quase todos os domingos eu trabalho a mais ou menos uns 7 anos.
eu que gostava tanto dos domingos, almocar com a familia, os jogos de futebol a tarde, e quando chegava no fim da noite quando aparecia aquela musica de encerramento do fantastico, mim dava uma saudades do domingo que ia embora. hoje para mim o domingo é so mais um dia de trabalho pesado.