apenas eu.

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"Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm." (1 Coríntios 10:23a)

transeuntes.

domingo, 8 de agosto de 2010

mulher, mãe, negra, eu sou.

Ser mulher e negra, também ser,
é sentir, em dobro, a dor,
é lutar e sobreviver.

Ser mulher e negra, também ser,
é por duas sempre valer,
é desdobrar o seu valor.

Ser mulher e negra, também ser,
é sentir, em dobro, a dor.

'Jorge Linhaça'



*Nesta data, há exatamente 07 anos atrás, numa sexta-feira fria de inverno às 00h26, nascia minha filha. Pensando agora em tudo como aconteceu e como aconteceu, fazendo um retrocesso, foi tudo muito difícil, porém, entretanto, todavia, superável e incentivador para que eu chegasse onde estou hoje. Parabéns Elisa, mamãe lhe ama.

4 comentários:

GIL ROSZA disse...

os laços! pra tê-los é preciso pensar em "nós"... a cada ano, um nó no tricô afetivo que nós somos.
bejo pretas! mãe e filha!

Camilla Aloyá disse...

obrigada mon chér!

Pâmela Grassi disse...

Camilla,

Saudades, guria! Voltei! E nesta volta encontro este poema, de resistencia e boniteza!

Olha só, fui presenteada por um selo e, com ele, a oportunidade de presentear outras pessoas com um selo. Passe no blog para pegar teu selo :)

Beijão, Camilla,

Camilla Aloyá disse...

já peguei Pâmela, obrigada querida e também te homenageei aqui no meu espaço.